
Uma vez me disseram que a vida é um rio de frustrações: elas mentiram. Não mentiram por serem ruins, mas porque não descobriram a verdade, que é aquela que está a nossa frente e não a que ficou para trás. Ao carregar o que nos foi negado, ao levar nas costas, nas costas não, no peito, as derrotas, não estamos vivendo, mas morrendo, porque a vida não é fracasso, mas superação, até mesmo dos fracassos. E aí se percebe que superando o fracasso não há fracasso que resista, que exista.
Se a vida é uma ilusão, porque nada há, sendo que tudo passa, ela é o que acreditamos, então eu acredito em Deus e que, nos tempos de PAZ, temos a benção de poder lutar pela vida, pelo sonho e não somente sobreviver. E é isso tudo o que temos, porque quando se morre não se leva casa, jóia, carro, animais ou pessoas: a gente leva a gente mesmo e, com a gente, o sonho.
A vida de verdade não é o sonho realizado, porque o pobre vê o seu sonho ser vivido pelo que é rico, e o rico solitário vê o seu sonho realizado na família do pobre. A vida de verdade é o querer chegar, é viajar em busca do que mais se deseja, e o que mais se deve desejar é a si mesmo, porque o pobre pode alcançar a riqueza e o rico à família, mas viajar em busca de si é viver para sempre, porque nunca se chega a si, nunca se encontra a si, nunca se acaba a si.
Viver a vida é estar em constante movimento, é ser uma metamorfose ambulante, é quando chegar, descobrir que não se chegou a lugar algum, é estar numa elipse e não no linear. Viver a vida é não ser atropelado pelo fracasso, mas atropelá-lo, é brigar com Deus e depois quebrar a cara, porque Deus não colocou ninguém aqui para acertar, muito menos para ser feliz. Deus colocou gente aqui para errar, mas não só isso, para aprender com os erros! E se errar é viver, acertar depois de um erro ou acertar de primeiro é mais ainda! Mas para tal é preciso arriscar!
A vida é deixar um texto pela metade, é deixar uma vida pela metade, porque é o máximo que se pode chegar... à metade.
Não há rios de frustrações, há frustrações transformadas em rios e rios podem ser desviados para bem longe de nós!
Se a vida é uma ilusão, porque nada há, sendo que tudo passa, ela é o que acreditamos, então eu acredito em Deus e que, nos tempos de PAZ, temos a benção de poder lutar pela vida, pelo sonho e não somente sobreviver. E é isso tudo o que temos, porque quando se morre não se leva casa, jóia, carro, animais ou pessoas: a gente leva a gente mesmo e, com a gente, o sonho.
A vida de verdade não é o sonho realizado, porque o pobre vê o seu sonho ser vivido pelo que é rico, e o rico solitário vê o seu sonho realizado na família do pobre. A vida de verdade é o querer chegar, é viajar em busca do que mais se deseja, e o que mais se deve desejar é a si mesmo, porque o pobre pode alcançar a riqueza e o rico à família, mas viajar em busca de si é viver para sempre, porque nunca se chega a si, nunca se encontra a si, nunca se acaba a si.
Viver a vida é estar em constante movimento, é ser uma metamorfose ambulante, é quando chegar, descobrir que não se chegou a lugar algum, é estar numa elipse e não no linear. Viver a vida é não ser atropelado pelo fracasso, mas atropelá-lo, é brigar com Deus e depois quebrar a cara, porque Deus não colocou ninguém aqui para acertar, muito menos para ser feliz. Deus colocou gente aqui para errar, mas não só isso, para aprender com os erros! E se errar é viver, acertar depois de um erro ou acertar de primeiro é mais ainda! Mas para tal é preciso arriscar!
A vida é deixar um texto pela metade, é deixar uma vida pela metade, porque é o máximo que se pode chegar... à metade.
Não há rios de frustrações, há frustrações transformadas em rios e rios podem ser desviados para bem longe de nós!
Marcela Teixeira Barbosa

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